Uma operação conjunta da Polícia Civil e Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF) resultou na apreensão de 3,5 mil pacotes de cigarro. O produto, fabricado no Paraguai e fruto de contrabando, copia as embalagens das marcas brasileiras mais vendidas.
A operação fiscalizou 90 pontos de venda em Londrina e região metropolitana. Desses, 35 estabelecimentos comercializavam os cigarros falsificados. Além do varejo, os vendedores ambulantes também foram alvos da blitz.
O advogado da ABCF, Rodolpho Ramazzini, explica que a entidade denuncia regularmente à polícia os pontos de venda do cigarro clandestino. Os comerciantes flagrados podem responder processo por falsificação do comércio e crime contra relação de consumo.
A diferença entre um maço de cigarro nacional e o similar paraguaio é de mais de 100%. Em uma das marcas, o maço original custa R$ 2 contra R$0,80 do falso. A falsificação é nitidamente perpecítivel na embalagem. ''Eles induzem o consumidor ao erro'', afirma o advogado.

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