Um mapa montado pelos pesquisadores mostra que em Maringá 16,6% dos chefes de família têm um rendimento acima de 10 salários mínimos. Já em Sarandi, esse número está em 2,5% e em Paiçandu 2,4 - o menor da RMM. Ainda de acordo com o Observatório, as famílias com os maiores salários e escolaridade se concentram nas Zonas 2 e 5 de Maringá e na região em torno da UEM.
Na outra ponta da tabela, com chefes de família que ganham até dois salários mínimos, Maringá aparece com 31% de sua população. Em Sarandi o número sobe para 52%, em Paiçandu vai para 54%. O maior índice foi registrado em Ângulo com 62%.
De acordo com a professora Ana Lúcia Rodrigues, isso demonstra a concentração de riquezas de Maringá, que aos poucos, vai absorvendo a população de maior poder aquisitivo dos outros municípios. ''Poderia se pensar em transformar uma dessas cidades em um centro industrial ou em um centro médico, no entanto, isso não acontece. A integração hoje ocorre de forma tímida.'' (G.F.)

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