Maringá Foi enterrado ontem o corpo do cabo da Polícia Militar (PM), Carlos Alberto Mori, de 40 anos, morto a tiros no início da noite de domingo, em Ivatuba (30 km a oeste de Maringá). Mori recebeu oito tiros e chegou a ser hospitalizado, mas não resistiu aos ferimentos. O sepultamento aconteceu no cemitério de Ivatuba, cidade onde o policial nasceu e morava.
De acordo com a PM, o policial perdeu a vida quando tentava impedir a fuga de um grupo de assaltantes. No domingo de manhã, dois deles abandonaram um Fiat Tempra em uma estrada rural, após assaltar uma casa em Engenheiro Beltrão. Informado das características dos assaltantes, o policial abordou uma pessoa suspeita nas proximidades da Gleba Caxias. Chegou a algemar o bandido, mas não houve tempo de reação. Segundo a PM, ele foi cercado pelo restante da quadrilha e alvejado com oito tiros. Seis deles atingiram a cabeça. O cabo foi encaminhado até o Hospital Santa Rita, em Maringá, mas não resistiu.
Na mesma noite, a PM armou um cerco pelas principais cidades da região e conseguiu localizar um dos ladrões. Paulo Sérgio Mateus, 35, teria resistido à prisão e acabou baleado pela polícia. Mateus chegou a ser socorrido, mas morreu no Hospital Santa Rita. Na casa dele, a PM encontrou dinheiro (cerca de R$ 7 mil) e jóias roubados em Engenheiro Beltrão, dois revólveres calibre 38, além da arma, HT (rádio) e algema do cabo.
No dia 25 de julho, Mori completara 10 anos na PM. A polícia continua procurando os outros integrantes da quadrilha.

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