Curitiba Um policial militar está preso no 13º Batalhão de Curitiba sob suspeita de ter participado do assassinato do major Pedro Plocharski, 49 anos, no dia 28 de janeiro. Segundo a polícia, uma segunda pessoa envolvida no crime está com prisão preventiva decretada pela Justiça.
Os motivos do crime são mantidos sob sigilo, mas a própria Polícia Federal (PF) foi acionada para participar das diligências. ''Existem situações do presente e do passado dele que estão sendo observadas para que a gente possa chegar exatamente em todos os culpados e com as provas necessárias para mantê-los presos'', apontou o comandante da Polícia Militar (PM) do Paraná, coronel David Pancotti.
Além da PF, estão participando das investigações as polícias Civil e Militar e o Ministério Público (MP). ''Só queremos que fique claro que nada existe que possa desabonar o major. Ao contrário. Ele era muito rigoroso e as atitudes dele podem ter contribuído para o assassinato'', afirmou o coronel.
O major foi morto quando retornava sozinho para casa, no bairro Umbará. Ele estava no carro quando foi parado por um Gol verde escuro que esperava na trincheira que dá acesso à BR-476, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Três homens encapuzados saíram do carro e atingiram o major com cerca de dez tiros. Foram encontradas cápsulas de nove e 12 milímetros que podem ter sido disparadas de sub-metralhadoras, pistolas ou espingardas. O major trabalhava na PM há 28 anos. Ele era o comandante interino do 13º Batalhão.

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