CAMBÉ - A Polícia Civil de Cambé (13 quilômetros a oeste de Londrina), apresentou ontem, dois dos quatro assaltantes presos esta semana, acusados de terem roubado no dia 7 a chácara do engenheiro Adolfo Luis Joglar. Um terceiro assaltante está preso em Jaguapitã. O assalto foi planejado pelo policial militar Máximo José das Neves, que estava lotado em Jaguapitã.
Lucínio Duccini e Anselmo Roberto da Silva foram presos por roubo em Jaguapitã e reconhecidos pelo engenheiro. Eles foram transferidos para a cadeia de Cambé. Elias José dos Santos, preso na delegacia de Jaguapitã, deve ser recambiado para Cambé nos próximos dias.
Investigação da polícia, juntamente com o Serviço Reservado da PM de Cambé e Rolândia, levaram a Elias Santos. Os três denunciaram Máximo Neves como responsável pelo fornecimento de armas e organizador do assalto. O delegado de Cambé, Nasser Salmen, explica que Santos fazia o contato entre Máximo e os assaltantes.
‘‘O Máximo dava as ordens e as armas. Há informações que ele havia planejado um assalto ao Banestado de Jaguapitã, no dia em que estivesse de serviço’’, disse. A quadrilha foi reconhecida através de uma tatuagem na mão de Duccini.
A polícia agora investiga a ligação desta quadrilha com outras, envolvendo policiais militares em assaltos a bancos e ônibus de turismo na região. Máximo é o quarto PM preso, envolvido em formação de quadrilha, nos últimos seis meses. Dois policiais são do 15º Batalhão em Rolândia e um do 5º BPM, em Londrina.

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