PM e Iasp negam agressões
O comandante da operação feita pela Polícia Militar no dia 3 de setembro no Educandário, capitão Fábio Luiz Rincoski, garantiu que seus comandados não usaram de força física contra os adolescentes durante a incursão. O diretor-presidente do Instituto de Ação Social do Paraná (Iasp), José Wilson de Souza, também assegurou que não houve agressão.
Rincoski afirmou que a PM foi chamada para recolher internos que não retornaram para os alojamentos. ''A única coisa que usamos foi granada de efeito moral'', detalhou. Ele disse que a ação foi autorizada pelo Iasp e acompanhada pelo então diretor da unidade, Tito Valle, afastado do cargo três dias depois.
Para o Iasp também não ouve excessos, mas Souza disse que aguarda o laudo do IML. Sobre as críticas feitas pela conselheira tutelar Rita Bastos, afirmou que as reformas necessárias estão sendo feitas e que os adolescentes estão numa fase de rebeldia que já era esperada. O presidente do Iasp também negou que tenha havido violência sexual dentro da unidade e que os internos sejam punidos com a suspensão de banhos e trocas de roupa após os tumultos.
Souza destacou que as aulas devem começar dentro de 30 dias e, até lá, os cursos profissionalizantes também serão ampliados. Ele garantiu que, nesse prazo, os problemas na unidade estarão contornados.





