Os comerciantes reclamaram da demora na chegada do socorro policial, e nem mesmo os três policiais militares deslocados para acompanhar o protesto foram perdoados. ''Nem para protestar a gente tem segurança'', reclamou o gerente Valdecir Paschoal, referindo-se ao fato de os policiais terem chegado cerca de meia hora após o início da manifestação.
Segundo o tenente Ricardo Eguedis, relações públicas do 5º Batalhão da Polícia Militar, a polícia tem se empenhado em fazer o seu papel. ''Nós temos policiamento no Centro, e até policiais a pé no anel central em alguns momentos. E as prisões têm acontecido'', alegou. O tenente acrescentou que a pessoa que se ressentir da demora da chegada do atendimento policial pode entrar em contato com o Batalhão, que tem o registro do intervalo de tempo entre o telefonema e a saída da viatura.
Eguedis informou que a Polícia Militar está aberta não só para esclarecer dúvidas, mas também para se reunir com os comerciantes e buscar soluções em conjunto, mas que estes também precisam fazer a sua parte. ''Há algumas medidas preventivas que podem ser tomadas, como adotar a arquitetura contra o crime. Não dá para deixar um balcão cheio de telefones celulares, que são de fácil transporte e caros, na porta de entrada da loja'', exemplificou.(A.I.)

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