Cultivadas num cantinho do quintal ou em floreiras nas varandas de apartamentos e muito procuradas em casas de raízes, as plantas e ervas medicinais sempre foram bastante populares no Brasil. As chamadas ‘‘drogas vegetais’’ estão extrapolando as ‘‘receitinhas da vovó’’ e ampliando suas aplicações.
  Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma resolução que visa ‘‘popularizar’’ o conhecimento sobre as plantas terapêuticas e esclarecer quando e como elas devem ser usadas para se alcançar efeitos benéficos. A Agência divulgou um manual com informações sobre quase 70 espécies com a intenção de alertar sobre o risco de interações com outros medicamentos, do preparo incorreto ou de ingerir uma dosagem maior que a indicada.
  Para tornar mais segura a produção e o comércio das drogas vegetais, as empresas terão que notificar a Anvisa sobre a fabricação, importação e comercialização. Também terão que garantir que os produtos estão livres de microorganismos antes de liberá-los para o consumo. As embalagens deverão conter informações como nome e endereço do fabricante, datas de fabricação e validade, indicações comprovadas, precauções e contra indicações de uso.


● Em Londrina, a rede pública de saúde já usa essas plantas e mais 34 fitoterápicos que estão disponíveis em 23 unidades de saúde


● Entre as plantas medicinais catalogadas, o alho é indicado para colesterol elevado e como expectorante; já a arnica é boa para tratar traumas e hematomas



O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

mockup