Planos de demolição em Maringá
Em Maringá (Nororeste), os presos não residem mais no prédio da antiga Cadeia Pública, no Centro da cidade, desde 1982, quando foram transferidos para o Minipresídio na Avenida Mandacaru. Logo depois o prédio do Cadeião passou por reformas para abrigar o Posto de Atendimento da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), que até hoje funciona no local. Os planos para o chamado Casarão Amarelo, no cruzamento das avenidas Guaíra e Paraná, porém, são radicais.
A edificação erguida no final da década de 1950, que por mais de 30 anos foi o endereço da Cadeia Pública, deverá ir ao chão para se transformar em um prédio moderno, onde vai funcionar o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). Segundo o presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Maringá, coronel Antonio Tadeu Rodrigues, a medida é necessária porque o prédio apresenta vários problemas estruturais, como infiltrações e corredores apertados e mal iluminados.
Segundo Rodrigues, os recursos para a obra já estão previstos no orçamento do Estado, mas ainda não há previsão de início. A central funcionará nos mesmos moldes do Ciosp de Curitiba, com um gabinete de gestão integrada que definirá a política de segurança pública regional, além das centrais de atendimento das polícias Civil, Militar e Científica, Bombeiros, Siate e Guarda Municipal e a central de monitoramento de câmeras que serão instaladas na cidade.
Apesar do projeto já ter sido aprovado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), o delegado adjunto da 9 Subdivisão Policial (SDP), Nilson Rodrigues da Silva, disse ignorar qual será o destino do antigo cadeião. ''Não sei se o prédio será demolido'', declarou. (S.L.)





