De acordo com o coordenador da ONG Meio Ambiente Equilibrado, Carlos Levy, o Plano Diretor de Arborização está em fase de confecção há pelo menos 30 meses. Segundo ele, apesar das cobranças constantes do Conselho Municipal do Meio Ambiente, a administração municipal não tem priorizado o projeto.
O plano vai definir, além de regras claras para o plantio, um maior poder de fiscalização do cumprimento das determinações. Também pode determinar os tipos de árvores que serão plantadas em cada localidade, possibilitando assim a criação de ruas e avenidas temáticas.
Hoje, as espécies mais usadas pelo poder público são a quaresmeira e o ipê. A idéia do coordenador da MAE é investir tanto no plantio de árvores nativas quanto de exóticas. E para que todas essas regras saiam do papel e tomem conta do Centro e dos bairros de Londrina, os ambientalistas não descartam nem mesmo tomar a frente do processo e elaborar o Plano Diretor. O coordenador da ONG Tudo Verde, Pablo Melo, ressaltou a importância da fiscalização posterior para que o plano transforme-se em realidade.
O secretário municipal do Ambiente, Gérson da Silva, destacou que o Plano Diretor vai determinar as diretrizes gerais para ordenar o plantio e manejo das árvores e que poderá sofrer alterações de acordo com as sugestões da comunidade. No entanto, ele não quis determinar um prazo para divulgação do projeto. (F.R.F.)

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