Plano Diretor recebe sugestões e pode ser votado ainda este ano
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sexta-feira, 28 de novembro de 1997
Londrina 
DivulgaçãoFim dos trabalhosComissão, formada por três entidades, entrega o Plano ao presidente da Câmara, Adalberto PereiraO presidente da Câmara, Adalberto Pereira da Silva (PFL), recebeu na tarde de ontem o documento com análises, pareceres e sugestões feitas por um grupo de técnicos de três entidades classistas ao projeto de lei do Plano Diretor - um conjunto de intervenções e mecanismos que tratam da estruturação viária e sistema de transporte, políticas de uso do solo e meio ambiente, entre outras questões urbanas.
O documento foi elaborado por representantes do Clube de Engenharia e Arquitetura, do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) e Sindicato das Empresas de Compra, Administração e Vendas de Imóveis (Secovi). A comissão multidisciplinar nomeada pelo prefeito Antonio Belinati (PDT) vinha trabalhando no estudo aprofundado e detalhado da proposta de Plano Diretor desde agosto.
Depois de aproximadamente 30 reuniões, a comissão aponta algumas mudanças consideradas não profundas no projeto elaborado pelo Instituto de Pesquisas e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul).
Os estudos e análises realizados comprovaram que o projeto proposto, no todo, é muito bom. Necessita apenas de pequenos ajustes e mudanças não substanciais. O Plano Diretor, em discussão há cerca de dois anos, tem tudo para garantir o crescimento ordenado e o desenvolvimento que desejamos para Londrina, afirmou Márcio Villela de Almeida, diretor do Sinduscon . De nossa parte, analisamos, estudamos, demos os pareceres e fizemos as sugestões com o objetivo de contribuir para a melhoraria o projeto.
O presidente da Câmara agradeceu a colaboração dos técnicos e das entidades e informou que o documento será imediatamente encaminhado às comissões de Orçamento e Justiça para as necessárias adequações, antes da ida do projeto ao plenário para votação. Como não há mudanças substanciais propostas, esta etapa está terminada. Agora, esperamos que o projeto seja votado e aprovado ainda em dezembro, para que possa ser sancionado e entrar em vigor já em 98, disse o presidente do Ippul, Mário Stamm Júnior, também presente à solenidade da Câmara.


