Planilhas teriam sido forjadas para justificar custo
O caso de superfaturamento nos serviços de capina e roçagem sob responsabilidade da empresa Tâmara está sendo investigado pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público desde fevereiro. A denúncia foi feita pela vereadora Elza Correia (sem partido). Segundo o promotor Bruno Galatti, planilhas teriam sido forjadas para justificar o pagamento de quase R$ 400 mil referentes aos contratos de roçagem dos meses de outubro, novembro e dezembro de 1998. Hoje o promotor deverá ouvir o ex-diretor Nelson Kohatsu e o ex-presidente da AMA, Mauro Maggi. O ex-diretor-operacional, Julio Bittencourt, deve ser ouvido amanhã.
Há cerca de um mês, cópias das planilhas foram encaminhadas à Promotoria de Investigações Criminais, que passou a fazer investigação paralela. O promotor Claudio Esteves, responsável pelo caso, esclareceu que se comprovados os crimes de falsificação de documentos públicos (falsidade ideológica) e de crimes contra a administração pública, como peculato, será proposta denúncia contra os envolvidos visando à condenação criminal, que vai de 2 a 6 anos e de 2 a 12 anos, respectivamente. (S.L.)





