A pista do aeroporto de Maringá está passando por uma avaliação de suporte de peso para medir a capacidade de operar com aeronaves de maior porte. Atualmente, o maior avião que opera regularmante na cidade é o Fokker 50, um turboélice com capacidade para 50 passageiros. Técnicos de uma empresa contratada pela prefeitura e funcionários da Secretaria de Transportes terminam hoje as medições e devem preparar o laudo final da capacidade do piso em 15 dias.
O resultado será entregue ao Ministério da Aeronáutica, que vai analisar a possibilidade de liberar a pista para aeronaves maioires. Segundo o secretário José Crisogno de Carvalho, a pista de Maringá tem um índice de capacidade 11 registrado no ministério e precisaria de pelo menos mais dois pontos para a intenção de algumas companhias que servem a cidade. ‘‘Este índice não corresponde à realidade, já que não foi atualizado depois da reforma da pista, realizada há cerca de quatro anos’’, argumenta.
A pista foi refeita para melhorar a segurança e hoje, pelos cálculos de Carvalho, o índice de Maringá passa de 21 pontos. Ele diz ainda que com o novo índice homologado, a nova capacidade de suporte de pista vai para o livro que orienta companhias aéreas e pilotos. Segundo Carvalho, uma das empresas que pretende operar com aeronaves maiores na cidade é a Interbrasil.
A gerente da empresa em Maringá, Luiza Segantini, explica que a Interbrasil pode colocar jatos EMB 145, da Embraer, nas linhas que servem a região. ‘‘Mas por enquanto, não existe nada de oficial’’, esclarece.

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