Pista antiga será área para cargas
Pista antiga será área para cargas
Quando a terceira pista entrar em operação, a Infraero desativará a segunda pista de 1800 metros de extensão. Parte da área será destinada para o novo complexo de cargas do aeroporto. O superintendente João Roberto de Paula considera que os investimentos na infra-estrutura vão credenciar o Afonso Pena como um dos principais terminais do Mercosul.
Em 1998 cerca de 15 mil toneladas de carga foram movimentadas no aeroporto. No entanto, o número é considerado pequeno diante dos novos horizontes que a terceira pista poderá proporcionar, analisa o superintendente. O desenvolvimento do aeroporto já está sendo verificado na prática. Com o ILS-2 e o ALS-3, o Afonso Pena passará para a privilegiada galeria dos aeroportos brasileiros que dispõe do equipamento na América Latina, como o do Galeão no Rio de Janeiro e o de Guarulhos em São Paulo.
A possibilidade de instalação do ILS-3, que chegou a ser cogitada, foi descartada pelo Ministério da Aeronáutica. O equipamento proporcionaria pousos automáticos com visibilidade zero. Em contrapartida, as tripulações de todas as aeronaves civis do País teriam que realizar treinamentos mensais no exterior, onerando as despesas das companhias aéreas. (D.V.)





