A piscina olímpica da UEL não apresenta larvas do Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue, segundo levantamento divulgado pela divisão de Controle Epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde.
Técnicos da Secretaria colheram amostras da água para análise em laboratório e não constataram a presença de focos. A manutenção do tratamento da água com cloro, a profundidade da piscina e a exposição da água ao sol, são os fatores que estão impedindo a proliferação do Aedes Aegypti no local.
Apesar dessa constatação, a professora Geanna Lepre Perim, diretora do Centro de Educação Física (CEF), disse que a administração do campus continua atenta e empenhada em conseguir verbas para a revitalização e instalação do sistema de aquecimento que permitirá o uso da piscina durante todo o ano.
No mapeamento da Secretaria Municipal de Saúde, 32% da área analisada em todo o campus, apresentaram focos do mosquito. O índice de infestação é um dos mais altos do município. Agentes da Vigilância Epidemiológica e funcionários da UEL vêm trabalhando em conjunto para eliminar os focos, através de mutirão de limpeza e tratamento com larvicida. Daqui a 10 dias será realizado um novo levantamento de índice de infestação na UEL. Além da universidade, 130 agentes de controle do mosquito transmissor da dengue estão trabalhando em toda a cidade e intensificando as ações de controle dos focos nos locais onde foram comprovados o aumento de índice.

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