O pintor Cleber Augusto da Silva, 21 anos, confessou, no início da noite de ontem, ter matado o desempregado Horácio Aparecido Marino. O crime ocorreu na tarde de domingo em uma plantação de café, no distrito da Warta (zona norte). No dia do crime, Cleber já havia dado depoimento ao delegado de plantão na 10ª Subdivisão Policial (SDP), José Arnaldo Peron, e negou ter matado Horácio. Ontem ele foi chamado novamente à 10ª SDP e acabou confessando o crime.
Em seu depoimento, ele contou que precisava de dinheiro e queria roubar a motocicleta da vítima. Inventou uma história que iria comprá-la e, na mesma moto, levou Horácio até o cafezal. ‘‘Dei o primeiro tiro quando ele estava na moto. Depois fugi e resolvi abandonar a moto no jardim Bandeirantes.’’ Cleber afirmou que pegou um ônibus e foi para o Centro, deixando os documentos da vítima no módulo da Polícia Militar, no Terminal Urbano. Ele confessou ter jogado o revólver, calibre 38, no lago Igapó. Cleber não tinha passagem pela polícia.
A dona-de-casa Ivanilde Bolteri Piotto, 57 anos, foi encontrada morta na tarde de anteontem nas proximidades do motel Le Baron, na saída para Ibiporã (zona leste). No corpo não havia marcas de violência. Ela foi identificada ontem pelo esposo, José Claudio Piotto.

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