Pilotos que possuem aeronaves em Maringá consideram o local do novo aeroporto inadequado. ‘‘A área é a primeira a ser atingida por vendavais e a fechar com a neblina’’, diz o piloto Edvaldo Menegassi. Ele é presidente da Associação do Ceasa de Maringá, e se recorda da última ventania que destruiu os barracões que ficam ao lado do aeroporto, em maio passado. A central teve 90% da cobertura levada pelo vento, que destruiu ainda 52 portas de aço dos boxes e arrancou 30 árvores e 19 postes de alambrado da associação. ‘‘Foi a terceira vez que o Ceasa destelhou em menos de um ano’’, lembra.
Outro piloto, Paulo Sérgio Machado Soares, que tem quatro aeronaves em Maringá, diz que a pista está na rota do vento e em área propícia à nevoeiro. ‘‘Muitas vezes o tempo está aberto na cidade e lá, fechado’’, diz. O administrador do aeroporto, José Henrique Ruschi de Camargo disse que técnicos fizeram um estudo completo do local antes de aprovar o projeto do aeroporto. (M.Z.)

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