Maringá A Polícia Federal investiga, em Maringá, a atuação de uma suposta quadrilha que estaria falsificando documentos e sacando dinheiro do seguro desemprego irregularmente. Cinco pessoas foram presas, entre elas dois contabilistas que agilizavam todo processo. A PF ainda não tem o levantamento do montante do golpe.
De acordo com a assessoria da Polícia Federal, os contabilistas registravam trabalhadores usando o nome de empresas extintas e depois conseguiam sacar o seguro desemprego em nome dos donos das carteiras profissionais. A PF começou as investigações a partir de denúncias da Caixa Econômica Federal, que levantou a suspeita de que os documentos usados pelos contabilistas eram falsos. Marcio Alves dos Santos e Lucas Souza Santos foram presos porque teriam cedido as carteiras profissionais, além dos contabilistas Paulo Silveira e Alessandra Vieira Amid.
Conforme a Caixa Econômica Federal, os pedidos de seguro desemprego solicitados pelos dois contabilistas eram no valor máximo garantido pelo Ministério do Trabalho, de R$ 374,20 cada parcela. A Polícia Federal não quis informar o nome da quinta pessoa presa e evitou dar mais esclarecimentos sobre o caso, alegando que ainda está investigando as denúncias.

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