A Polícia Florestal apreendeu na manhã de ontem 286 vidros com palmitos suspeitos de terem sido extraídos do Parque Nacional do Iguaçu. O produto foi encontrado em uma ‘‘fábrica’’ existente nos fundos da casa onde residiam três pessoas, em Nova Prata do Iguaçu (78 quilômetros ao norte de Francisco Beltrão). Os potes estavam sem rótulo, o que reforça a acusação de extração ilegal. A PF encontrou 190 vidros vazios.
Os policiais prenderam André Oscar Bhilippseni e Valdemar Miguel Zanolla, ambos de Capanema (112 quilômetros ao oeste de Francisco Beltrão) e Vilson Francisco Luft, natural de Dois Vizinhos (46 quilômetros ao norte de Francisco Beltrão). Os três receberam multa de R$ 14,3 mil por comercializar palmito sem comprovar a procedência. Segundo a PF, o trio confessou ter retirado o palmito da reserva florestal. Eles foram encaminhados para a Polícia Civil de Nova Prata.
Anteontem, a Polícia Florestal deteve o autônomo Altamiro Bires de Lima, 32 anos, às margens do Rio Paraná, no bairro Porto Belo, em Foz do Iguaçu. Ele estava limpando três quilos de peixe que havia capturado com 37 metros de rede. Conforme a lei ambiental, a pesca com rede é permitida somente aos pescadores profissionais, porém durante o período da piracema (1º de novembro a 29 de fevereiro) esse tipo de pesca está proibida. Lima foi levado à Polícia Federal, onde recebeu multa de R$ 1,5 mil por infração ambiental.

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