Com melhores condições de vida, os animais passaram a viver mais. ''Antes o cachorro ficava no quintal, o proprietário só colocava comida e não interagia muito. Agora já se nota qualquer mudança de comportamento, pois o pet convive mais próximo da família'', explica Flávia Navas Padilha, médica veterinária e professora de Clínica Médica de Pequenos Animais da Universidade Norte do Paraná (Unopar), em Arapongas (Norte).

De acordo com a veterinária, também houve avanço nas técnicas de diagnóstico e barateamento dos exames, como eletrocardiograma, ecocardiograma e análises laboratoriais. Tudo isso proporciona melhores formas de acompanhar a evolução do animal.

Com sete anos os animais não são idosos, mas começam a entrar na senilidade, explica a veterinária. Insuficiência renal, problemas de coração, catarata e problemas de dentição estão entre as principais doenças desta fase. Saiba como perceber as mudanças no seu pet na reportagem de Érika Gonçalves.


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'Não adianta viver, se não viver bem'

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