Petista acha atitude de ''mau gosto''
O chefe de gabinete da Prefeitura de Maringá, Reginaldo Dias, militante de carteirinha do PT, disse que a estudante deveria ter analisado melhor a situação porque o momento em que o então candidato a presidente Lula lhe deu o autógrafo foi na verdade um gesto político e pessoal entre os dois. ''Não imagino que esta assinatura seja algo transferível ou mercantilizável'', afirmou Dias, que considerou o anúncio de ''extremo de mau gosto''.
Para Dias, que também é professor de História, o autógrafo não tem a princípio valor histórico para colecionadores. ''Um jantar que Lula participou em Maringá no ano de 1989, cujas lembranças que estavam nas mesas tinham a assinatura dele, tem mais valor histórico do que este autógrafo'', comparou.





