Mesmo com as pesquisas incipientes, o geofísico do estado de Mato Grosso, Luiz Fernando Santana da Silva, que também possui uma mineradora, acredita que o Paraná seja o próximo ''point'' da mineração no país ''Falta muita pesquisa, mas as informações atuais mostram elementos que indicam o vasto potencial da região Acredito que mais de 50% desse potencial ainda esteja guardado'', enfatiza o pesquisador, que após conhecer o rio, conta que a vontade de explorar a região aumentou
Para o professor do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP), Joann Hans Schoerscher, a escolha da cidade para abrigar o simpósio colocou em evidência a capacidade da região ''Com o olhar voltado para o Rio Tibagi, as pesquisas irão auxiliar no melhor equacionamento do potencial já confirmado, mas ainda não quantificado do rio e arredores'', sugere, para completar: ''Como vai ser o futuro da exploração e das pesquisas com as atividades da Usina? A inundação certamente vai dificultar o acesso ao rio e não saberemos qual o valor que estamos enterrando'', sentencia (M T )

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