Peso demais pode causar prejuízo
O excesso de bagagem, além de ser um incômodo, pode doer no bolso do viajante. Tanto em viagens terrestres quanto nas aéreas, as empresas cobram tarifas extras para malas muito pesadas.
O Departamento de Aviação Civil (DAC) determina que as empresas transportem gratuitamente até 23 kg nas malas despachadas e 5 kg nas de mão. Acima desse peso, as taxas variam de acordo com o destino e com a companhia.
A Gol cobra 5% sobre a tarifa mais cara por cada quilo excedente. Numa viagem entre Londrina e São Paulo, por expemplo, o valor é de R$ 3,30. Na TAM, a taxa gira em torno de 0,5% da passagem de maior valor - o que dá, no mesmo trecho, R$ 3,00. A Trip também cobra 0,5% sobre a passagem mais cara, o que dá, num vôo entre Londrina e Curitiba, R$ 2,10 por quilo.
Rodoviária - É um erro pensar que apenas quem viaja de avião deve se preocupar com a quantidade de bagagem. As empresas de ônibus possuem políticas de cobrar por malas muito pesadas.
Norma da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) determina que os passageiros podem levar até três bagagens - duas no bagageiro e uma de mão. No entanto, o peso total das três não pode ultrapassar 30 kg.
A tarifa cobrada pelo excesso muda dependendo da companhia. Na Viação Garcia, por exemplo, o passageiro desembolsa entre R$ 3,00 e R$ 10,00, independente do destino. Já na Expresso Kaiowa a tarifa cobrada equivale a 0,5% do preço da passagem.





