Arapongas enfrenta uma delicada situação para integrar o desenvolvimento urbano com o meio ambiente. É que o município, de 70 mil habitantes, tem 23 cabeceiras de ribeirões no perímetro urbano.
As nascentes compõem as bacias dos Rios Pirapó e Tibagi, mananciais utilizados no abastecimento de Maringá e Londrina, maiores centros urbanos do Norte do Estado.
Também nascem na cidade os rios onde estão instaladas as captações da Sanepar para abastecimento de Rolândia e Apucarana.
Esta situação geográfica implica em responsabilidades para a população e autoridades de Arapongas que, conforme reiteram técnicos do Instituto Ambiental do Paraná, devem assumir uma ‘‘consciência ecológica permanente’’.


Fator ambiental
é maior que o de
Curitiba para
cálculo do
ICMS ecológico


A cidade, apesar de alguns problemas ambientais, tem um ‘‘fator ambiental’’ maior que o de Curitiba para efeito de cálculo do ICMs ecológico.
ControleEsta característica de Arapongas exige um controle bastante eficaz para evitar qualquer tipo de poluição, principalmente nos diversos fundos de vale.
‘‘Já temos plena consciência desta característica da cidade e, com o apoio e orientação do IAP, pretendemos incrementar ações de proteção ao meio ambiente’’, destaca o prefeito José Bisca.
Ele diz que planeja firmar convênios com a Secretaria do Meio Ambiente para recuperar e urbanizar fundos de vale.

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