Percepção do risco para reduzir danos
Ausência de uma cultura do desastre. Na avaliação do chefe da seção operacional da coordenadoria estadual da Defesa Civil do Paraná, tenente Eduardo Gomes Pinheiro, a dificuldade da população em perceber os riscos faz com que os prejuízos econômicos, sociais e ambientais decorrentes de um desastre sejam bem maiores.
''Deveria existir um trabalho de conscientização para que os moradores se envolvessem com o trabalho da Defesa Civil, e não associassem o órgão apenas a situações de desastre'', recomenda tenente Pinheiro. Em áreas de fácil alagamento, por exemplo, núcleos comunitários poderiam monitorar processos previsivelmente geradores desta situação, além de investir em medidas ambientalmente corretas, tais como limpeza de córregos, rios e obras de desassoreamento'', acrescenta.
Outra sugestão é que pessoas com habilidades auxiliassem na vistoria dos telhados, oferecendo mão-de-obra gratuita para a realização de reparos.''Em locais com maior risco de ocorrência de vendaval, o grupo, preventivamente, recomendaria o reforço nos telhados'', exemplifica o tenente Pinheiro.
Ele orienta que em caso de destelhamento, a população acione os telefones 193 ou 199 para receber as orientações necessárias. (C.V)





