'Pensei que ele não fosse sobreviver'
Luciana Aires de Oliveira, 28 anos, nunca imaginou que existissem todos os cuidados que são oferecidos a um bebê prematuro em uma UTI Neonatal. Até que ela deu à luz Vinícius, que nasceu de 27 semanas e pesando apenas 720 gramas. Há 26 dias, ela e o marido, Silvio Alves Pereira, 34, saem de Tamarana (62 km ao sul de Londrina) pelo menos quatro vezes por semana e vão até o HU para ficar o mais perto possível do menino, que é o terceiro filho do casal.
''Sinceramente, pensei que ele não fosse sobreviver'', emociona-se Luciana. Contudo, a família ainda tem uma longa caminhada pela frente. Por enquanto, não há previsão de alta para Vinícius. Enquanto isso, os pais desfrutam da possibilidade que o hospital oferece de poder ficar perto do filho, mesmo com o bebê na UTI.
Sobre o trabalho minucioso de cuidar de bebês prematuros, a enfermeira Maria do Carmo Barbosa diz que se trata de uma responsabilidade muito grande, que necessita de amor e carinho. ''É preciso conhecimentos técnicos específicos, estudamos muito e fazemos muitos cursos. Mas é um trabalho gratificante. É uma alegria poder ofertar carinho, amor e dedicação a um prematuro.'' (W.S.)





