O fornecimento de gás quase foi suspenso na Penitenciária Estadual de Londrina (PEL) na semana passada. O motivo: falta de pagamento. A direção da penitenciária confirmou o ocorrido e disse que o fato afetou a alimentação dos presos. O problema só não foi maior porque o gás foi liberado após negociação. A direção da penitenciária não quis comentar o assunto, alegando que esse não era um problema apenas da PEL.
A assessoria de imprensa do Departamento Penitenciário do Estado (Depen) disse que a Secretaria de Segurança solicita à Secretaria da Fazenda o pagamento dos fornecedores da PEL e que o problema teria ocorrido na Fazenda. O coordenador do Depen, Divonsir Taborda Mafra, declarou que alguns fornecedores ameaçaram cortar o fornecimento de gás e alimentos. ''Houve um pequeno atraso no pagamento, mas já foi resolvido'', afirmou.
Mas na Secretaria de Fazenda, a informação foi outra. Primeiro, o departamento financeiro da pasta declarou que o dinheiro é repassado para uma empresa que administra a PEL, mas a assessoria da Secretaria de Segurança Pública informou que a PEL não é administrada por empresa tercerizada. Questionado novamente sobre o assunto, o departamento finaceiro declarou que a pessoa reponsável não estava no momento para dar informações sobre o atraso no pagamento.

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