Pedestres reclamam de calcada estreita
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segunda-feira, 18 de julho de 2005
Janaina Garcia<br> Reportagem Local 
O problema não é o mato alto, já que o terreno é roçado por uma empreiteira periodicamente. Nem exatamente a falta de calçada reclamação recorrente em tantos bairros de Londrina , já que existe no local uma capa asfáltica de aproximadamente cinco centímetros de espessura. A queixa feita por moradores do Jardim Santa Rita 1 (Zona Oeste) é específica à largura da calçada de um terreno da Prefeitura: ali, é praxe caminhar pela rua por falta de espaço, de um lado, ou correr o risco de cair em um barranco, de outro.
Para o aposentado Geraldo Gomes dos Reis, 58, é praticamente impossível andar pela calçada em grupos com mais de duas pessoas. ''Gastam tanto em obras como o (lago) Cabrinha (Zona Norte), mas não mandam um fiscal para ver a situação aqui. A gente tem que fazer a calçada dentro das normas, mas o poder público não precisa?'', questiona o morador, apontando uma árvore da calçada atingida recentemente por um carro. ''Se tivesse gente passando aqui, seria fatal''. Vizinha do extenso terreno um campo de futebol , a diarista Aparecida de Paula, 49, contou que à noite ''é direto gente caindo no barranco, especialmente idosos''.
O assessor técnico da Secretaria Municipal de Obras, Joaquim Wargha, visitaria o local ontem para verificar a situação. Ele adiantou que a Prefeitura prepara um levantamento de recuperação e execução de calçadas, públicas e particulares, a ser iniciado ainda este ano, junto ao estabelecimento de um plano de incentivo. ''Existem vários pontos críticos de calçamento na cidade hoje, como fundos de vale e o Lago Igapó 3. Terminado esse levantamento, é ver a questão orçamentária e começar, de preferência, ainda este ano'', comentou.


