Caindo aos pedaços, a estação ferroviária já não representa a destruição máxima de um patrimônio público em Jacarezinho (Norte Pioneiro). ''Você acha que aqui (a estação) está feio? Vá olhar o IBC II. Roubaram a cobertura inteira, destruíram tudo e estão levando o resto'', aponta o industrial Enéas Moraes de Oliveira, permissionário de um galpão na faixa da ferrovia, desativada na década de 70.

O Instituto Brasileiro do Café II assemelha-se a um cenário de guerra, pelo imenso imenso armazém, duas residências e um prédio de administração inteiramente depredados, após longo tempo à mercê de assaltantes, vadios e viciados em drogas.

''Parece que jogaram uma bomba lá'', diz Celso Rossi, professor da Faculdade de Direito e historiador, que vem alertando sobre as perdas do patrimônio histórico e cultural ante a inércia do poder público.

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