Participantes acham iniciativa interessante
A dona de casa Vanderli Lourdes Matos Gonçalves, 32 anos, ficou sabendo da bolsa do livro ouvindo o Programa do Zezão. Ligou para fazer o cadastro, apresentando os livros disponíveis e passando a relação dos títulos que precisava. Na sequência, um interessado ligou para a casa dela e negociaram alguns livros.
Comprei um livro e vendi três, que estavam sem utilidade, disse Vanderli, mãe de Camila Matos Gonçalves, de 11 anos, aluna da 6ª série do Colégio Vicente Rijo. Em tempos de crise, essa bolsa é muito interessante. Outras rádios poderiam criar bolsas também. Inclusive para facilitar a compra, venda e troca-troca de outras coisas, sugere a dona de casa, que mora no Conjunto Sebastião de Mello César (zona norte).
Janete de Oliveira Costa não conseguiu comprar nem trocar o título que seu filho, Robson Costa, 9 anos, estudante da 3ª série na Escola Carlos Dietz, precisa. Como a professora disse que após o Carnaval já iria utilizar o livro e não recebi nenhum telefonema, decidi comprá-lo na livraria, lamentou.
Os gêmeos Michel e Michele Pereira, de 11 anos, estudantes da 6ª série no Colégio Moraes de Barros, no Jardim Bandeirante (zona oeste), oferecem dois exemplares do volume 1 do livro Linguagem Nova, de Faraco & Moura. Em troca, aceitam o Geoatlas.
Já a microempresária Rosângela Jorge de Azevedo, 38 anos, vendeu na bolsa o volume 1 de um livro de inglês. Mas não conseguiu comprar o volume 2. Este livro estava em falta na bolsa. Fui obrigada a comprá-lo na livraria, disse, revelando que vendeu o volume 1 por R$ 10, e comprou o volume 2 por R$ 22. (A.N.)





