Parte do material ainda vai para o lixo
Parte do material ainda vai para o lixo
Dorico da SilvaIndecisoComerciante Luiz Moreira diz que até pouco tempo atrás tinha quatro baterias velhas em casa. As duas que estavam guardadas há mais tempo, acabou jogando em um terreno baldio. As outras estão com eleLondrina assiste atualmente a uma verdadeira guerra por clientes entre as empresas que comercializam telefone celular. A concorrência tem criado facilidades, e cada vez mais pessoas, das diversas classes sociais, conseguem adquirir o seu aparelho de telefonia móvel. Só a Sercomtel estima que já tenha comercializado mais de 32 mil aparelhos em Londrina. A Global Telecom não revela números, mas se sabe que as últimas promoções da empresa geraram um estouro de vendas nas lojas instaladas na cidade.
Cada bateria tem uma vida útil de aproximadamente 500 recargas, que podem durar de 20 minutos a duas horas, dependendo do modelo. Calculando que cada consumidor use uma média de duas baterias por ano, seriam mais de 60 mil - considerando apenas os telefones habilitados pela Sercomtel - descartadas anualmente. Deste volume, com certeza boa parte ainda está indo para lixos comuns. Muitos consumidores não sabem o que fazer com as baterias que não servem para utilização. É o caso do comerciante Luiz Moreira, que até pouco tempo atrás tinha quatro baterias velhas em casa. As duas que estavam guardadas há mais tempo ele acabou jogando fora, em um terreno baldio. As outras estão comigo ainda, revelou, lembrando que uma, inclusive, caiu no chão e está aberta. Moreira disse não saber da existência de empresas em Londrina que coletam as baterias fora de uso. (S. L.)





