Foz do Iguaçu - O primeiro dia de reajuste da tarifa do Parque Nacional do Iguaçu foi marcado por reclamações, uma pequena mudança no aumento e um bom movimento de visitantes. Ontem, a concessionária Cataratas do Iguaçu S.A. estreou a tabela com índices inferiores aos autorizados pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
A decisão foi tomada porque o preço do serviço transporte, cuja variação era de R$ 2,00 para R$ 4,00, acabou estipulado em R$ 3,90. Dessa forma, os valores, já com translado, ficaram R$ 0,10 menores em todos os tipos de ingresso. A tabela ficou assim: público em geral (R$ 18,90), moradores do Mercosul (R$ 15,90) e brasileiros (R$ 11,40).
Outras duas mudanças ficaram por conta da entrada para moradores de municípios vizinhos à reserva, que tinha reajuste previsto para R$ 4,50 e permaneceu em R$ 3,00 (ambos valores computados o transporte). A concessionária estipulou, ainda, o preço de R$ 3,90 para crianças com menos de sete anos e brasileiros maiores de 70 anos. A taxa não era reajustada desde 1994.
Entidades do setor turístico criticaram o aumento, entre elas o Sindicato das Empresas de Turismo (Sindetur), a Associação Brasileira de Indústria de Hóteis (ABIH), o Conselho Municipal de Turismo (Comtur). O vereador Adilson Rabelo (PSB), presidente da Comissão Especial criada na Câmara Municipal para investigar o reajuste, prometeu entrar com pedido de mandado de segurança na Justiça Federal contra o aumento ''abusivo''.
Segundo o assistente de marketing da Cataratas do Iguaçu S.A, Jean Jefferson Jraeck, o número de visitantes no primeiro dia da nova tarifa ''foi bem expressivo''.

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