Paraná não tem política para preservação
O Paraná tem a araucária como seu símbolo, mas nunca definiu uma política efetiva com relação à preservação da sua maior riqueza. A afirmação é de Teresa Urban, representante do Fórum Pró Conservação da Natureza e conselheira da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem (SPVS).
Em mais uma tentativa de garantir a sobrevivência da floresta com araucária, a SPVS e a Rede Verde de Informações Ambientais defendem uma proposta que contém oito pontos relacionados à árvore mais bela do Paraná.
Segundo Teresa Urban, até hoje os ambientalistas recebem denúncias de derrubadas de araucárias, principalmente no município de Guarapuava. Imagens de satélites feitas pelo Inpe no ano passado, revelam que o Paraná continua retirando madeira e com autorização do Ibama, alerta.
Atual (1999)Já na década de 30, o geólogo Reinhard Maak, que visitou o Paraná pela primeira vez em 1926, percebeu o problema da devastação. Assim ele descreveu a situação: o que os homens do Paraná executaram pelas derrubadas e queimadas do mato não pode ser descrito. Em nenhum outro país do mundo o mato é tão absurdamente destruído como aqui, e enormes áreas cobertas de matas, que no ano de 1926 me surpreenderam, encontre um 1930 como capoeira.





