Paraná não tem mapeamento da doença
A Secretaria de Estado de Saúde informou ontem que não tem um mapeamento sobre a incidência dos tipos 2 e 3 de dengue no Paraná. Entre os anos de 1995 a 2000, o Estado registrava apenas o tipo 1. Em 2001 identificou o tipo 2, e este ano o tipo 3. A ausência de um trabalho oficial mais específico sobre a dengue impede a quantificação de registros dos tipos 2 e 3, o número e a localização dos municípios no Estado com os diferentes vírus da dengue.
Para tentar minimizar a situação de risco em Maringá, a Vigilância Sanitária Municipal começou reuniões em bairros para eleger fiscais de quarteirões. Objetivo é fazer com que um morador de forma voluntária fiscalize as condições dos quintais dos vizinhos para prevenir a incidência do mosquito transmissor da dengue. ''Cada fiscal irá receber o mesmo treinamento dos nossos agentes'', afirma Gilberto Pucca.
''Devemos ter a consciência que estamos numa guerra contra a dengue e se perdemos o controle no município não teremos onde colocar pacientes nos hospitais'', afirma Pucca.
Ele diz que mesmo diante desta situação, Maringá obteve este ano um índice de aumento em número de casos, 30% menor em relação ao conjunto dos municípios em todo o País. (M.M.)





