De acordo com o gerente de operações de água e esgoto da Sanepar, engenheiro Nelson Okano, a Estação de Tratamento de Esgoto próximo ao Ribeirão Lindóia está operando normalmente, dentro dos parâmetros estabelecidos. ''A estação trabalha com 95% de eficiência de remoção dos poluentes'', disse.
Okano informou que o cheiro e a espuma no local são condições próprias da estação, resultante do tratamento do esgoto. Segundo ele, o maior problema e o que agrava a situação no local é que muitos moradores da região utilizam detergentes não biodegradáveis, comprados clandestinamente e que são proibidos por lei, diferente daqueles vendidos em supermercados. ''Deveria haver fiscalização para evitar a venda desses produtos'', afirmou.
Com relação à solicitação do antiespumante pelo IAP, a Sanepar utiliza o produto ainda de forma experimental. ''Vamos aguardar o laudo do IAP e depois, se necessário, tomaremos as providências'', disse Okano.

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