PARA LEMBRAR O CASO
6 de junho — A Rede Globo divulga no Jornal Nacional fitas de um escuta telefônica, feita pelo governo estadual, durante 10 e 25 de maio, na Cooperativa Agrícola de Conciliação Avante Ltda (Coana), em Querência do Norte.
7 de junho — Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) classifica a gravação como um ato político, acusando a Secretaria de Estado da Segurança Pública como responsável.
8 de junho — Secretário Cândido Martins de Oliveira apresenta novos diálogos das 12 fitas cassetes com gravações telefônicas. E anuncia que está enviado para análise o material ao Instituto de Criminalística do Paraná, além do Ministério Público Estadual, Federal e da Justiça.
16 de junho — MST denuncia que grampo foi executado antes da autorização judicial.
20 de junho — Comissão Pastoral da Terra classifica fitas como ilegal.
1º de julho — Rede Nacional de Advogados Populares do Paraná entra na Justiça contra a autorização de grampo.

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