Rio de Janeiro - A opinião do estudante de direito Gledson de Paula Andrade, de 23 anos, que joga futebol, costuma andar de bicicleta e fazer caminhadas regularmente, corrobora para o resultado da pesquisa da psicóloga Flávia Campos. Segundo Gledson, a boa aparência ajuda as pessoas a ser mais bem-sucedidas, tanto nos campos pessoal e como profissional.
O estudante acredita também que, apesar de a roupa não dizer tudo, ela mostra um pouco do que a pessoa é. ''Acho importante, sim, estar sempre bem vestido.'' Ele também tira excesso de sobrancelha. ''Dói, mas a gente vai acostumando'', afirmou.
Já a estudante de jornalismo Ana Carolina Carreira, 21, considera-se acima do peso e admite que faz várias dietas ''malucas''. ''Já fiz a da sopa, a que proíbe carboidratos e uma que só podia comer ovo, repolho, umas coisas horríveis. Depois de uns cinco dias, o estômago começa a embrulhar'', disse.
Ana Carolina não tem acompanhamento médico, mas confessa que já tomou até remédio de tarja preta para emagrecer. ''Quando eu tinha 12 anos era bem gordinha e emagreci uns 10 quilos com acompanhamento de uma nutricionista. Depois, engordei de novo'', afirmou ela, que tem 1,60m e 54 kg.
Apesar de todas essas loucuras, ela não tem medo de ficar doente - com bulimia (quando se vomita o que comeu) ou anorexia (quando não se come nada).
Ultimamente, a estudante não pratica nenhuma atividade física, mas quer fazer dança do ventre. ''Tomei consciência de que a questão não é ser só magra, mas saudável'', disse Ana Carolina. (Folhapress)

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