PARA ENTENDER O CASO
• 19/02 - Promotoria de Defesa do Patrimônio Público abre inquérito para apurar denúncias de superfaturameto em serviços de capina e roçagem, encaminhadas pela vereadora Elza Correa (sem partido).
• 24/02 - Dirceu Floriano, funcionário da AMA, presta depoimento.
• 04/03 - Feito pedido de aprensão de documentos na 9ª Vara Cível, que sai no mesmo dia.
• 11/03 - Advogado do então presidente da AMA, Mauro Maggi, entra com requerimento para análise dos autos.
• 19/03 - Nelson Kohatsu, então diretor-administrativo, envia ofício ao Procurador Jurídico do Município para abrir sindicância contra Dirceu Floriano, por irregularidade na contratação de trabalhador para frente de trabalho. O então procurador manda investigar criminalmente Dirceu Floriano e dá conhecimento do assunto ao Ministério Público.
• 26/03 - A pedido de Kohatsu, é suspensa a sindicância contra Dirceu Floriano.
•15/04 - Os diretores envolvidos no caso pedem exoneração da AMA, depois de afastar de suas funções Délcio Garcia Martins, ex-gerente do setor de capina e roçagem; Dirceu Floriano, ex-encarregado de serviço da Regional Sul; e Alexandre Sanches de Oliveira, ex-contador da empresa, os denunciantes.
•13/05 - Délcio Garcia Martins é indiciado em inquérito policial por uso indevido de um barco da AMA. No mesmo dia, ele divulga a existência de fitas, resultante de grampo no telefone de Martins, que contêm conversas do ex-presidente e os ex-diretores e sugerem falsificações de planilhas e adulteração de valores de notas fiscais.
•18/05 - Os ex-diretores comparecem à audiência com o promotor Galatti mas só vão falar em juízo.

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