O diretor de Trânsito da CMTU, Álvaro Grotti Júnior, antecipou que considera a iniciativa ilegal. Ele frisou que qualquer tipo de serviço de transporte de passageiros carece de concessão por parte do poder público. ''Não questiono a associação dos condutores, mas a finalidade da associação é irregular.'' Os agentes da CMTU irão atuar com o apoio da Polícia Militar para aplicar a legislação e coibir a prática.
Os condutores das vans e microônibus da associação estão sujeitos, conforme a CMTU, às sanções definidas pelo Código Nacional de Trânsito apreensão do veículo e multa de R$ 127,00 e pelo Código de Posturas do Município retenção do veículo e multa de R$ 1,6 mil. O diretor também avisou que condutores de escolares que, eventualmente, se associarem à Apedesc terão alvarás cancelados e estarão sujeitos às demais punições.
Falando pelo Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Metropolitanas e de Londrina (Metrolon), o gerente da Transporte Coletivo Grande Londrina (TCGL), Gildalmo de Mendonça, disse que os sindicatos patronais e dos trabalhadores também poderão tomar providências contra a iniciativa. A TCGL e a Francovig transportam 170 mil pessoas por dia em Londrina.

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