Para CMTU, ato foi 'vandalismo'
A TCGL registrou queixa no 1º Distrito Policial, que será juntada ao inquérito aberto no dia 13 de junho, que apura as responsabilidades com relação ao atropelamento de Anderson (veja texto ao lado). Os quatro ônibus da empresa pichados foram levados para a garagem. Limpos, voltaram a circular no meio da tarde. Na quarta-feira, outros dois veículos da TCGL foram pichados. A janela de um ônibus da linha 201 - União da Vitória, da Francovig, teve uma janela quebrada por uma pedra ontem pela manhã. A diretoria da empresa não soube informar se o fato está relacionado aos protestos pelo aumento da tarifa. A passagem subiu, no dia 1º de junho, de R$ 1,35 para R$ 1,60.
Nedson, que esteve ontem à tarde na Folha, afirmou que não ''entendeu'' porque foi ''responsabilizado'' pela morte de Anderson. ''Essa associação ao meu nome foi exagerada. O importante agora é que as responsabilidades pelo tumulto no Terminal sejam apuradas e que seja dada toda a atenção à família do rapaz'', disse o prefeito.
O presidente da CMTU, Wilson Sella, se referiu ao ato dos estudantes na sede da Companhia como ''uma invasão''. Ele disse que irá enviar as fitas do circuito de vídeo para o Conselho Tutelar e para a direção do Vicente Rijo, e que vai consultar a assessoria jurídica sobre a possibilidade de abertura de inquérito policial.
Ninguém da direção do Colégio Vicente Rijo foi localizado no final da tarde de ontem para comentar a participação de alunos da escola na manifestação na CMTU.





