Para administração municipal, pouco pode ser feito
A poluição dos córregos da área urbana de Londrina vem sendo apresentada pela Folha desde a semana passada. Lideranças comunitárias da região sul da cidade consideram o caso como um problema de ''saúde pública''. Na região já foram registrados neste ano 36 casos de dengue. No ano passado houve um surto de hepatite A, que acometeu outras 37 pessoas.
O presidente da Autarquia Municipal do Ambiente (AMA), Luiz Eduardo Cheida, tem conhecimento do problema, mas assume que muito pouco pode ser feito. A autarquia não possui recursos, pessoal nem mesmo materiais básicos para o trabalho, como maquinário e ferramentas.
Cheida organizou a realização da 1 Conferência Municipal do Ambiente, no início de junho. Durante o evento foi criado o Conselho Municipal de Meio Ambiente que tem poderes para deliberar ações e gerenciar as verbas para o setor. As diretrizes do trabalho do Conselho, elaboradas com base em sugestões de representantes dos bairros, foram apresentadas semana passada ao prefeito Nedson Micheleti (PT). O prefeito se comprometeu a oficializar o órgão e encaminhar o projeto para aprovação da Câmara Municipal. (C.G.)





