Palestras podem ser meios para preservar Ribeirão Cambé
PUBLICAÇÃO
sábado, 07 de novembro de 1998
Lucilia Okamura 
Realizar palestras nas escolas de Londrina sobre a importância da preservação do meio ambiente. Esta é uma das sugestões apresentadas por duas docentes da Universidade Estadual de Londrina (UEL), durante reunião realizada ontem de manhã, na Câmara de Vereadores. Participaram do encontro representantes de diversas entidades que formam a Comissão Permanente de Defesa do Igapó.
As sugestões, apresentadas por Maria Josefa Santos e Sônia Gimenez, do departamento de Química da UEL, fazem parte de um projeto de recuperação da Bacia do Ribeirão Cambé - onde são formados os lagos Igapó.
A professora Maria Josefa Santos explicou que é importante realizar um trabalho educativo, principalmente junto às crianças. Além de prepara cidadãos mais conscientes sobre a necessidade da preservação ambiental, as crianças ajudam a puxar a orelha dos pais quando estes colaboram com a poluição.
Ela propõe a palestras explicando o que fazer para evitar a poluição no lago (evitar, por exemplo, jogar resíduos sólidos), dar informações sobre a coleta seletiva de lixo, entre outros itens. Segundo ela, seria interessante também levar os estudantes para visitar o lago.
O presidente da Comissão do Meio Ambiente da Câmara, o vereador Célio Guergoletto (PMDB), informou que todos os participantes da reunião terão até o final do mês para estudar as sugestões dadas e apresentar outras propostas. A Câmara de Vereadores, segundo ele, estudará formas de viabilizar as palestras e visitas dos estudantes ao lago.
A comissão permanente de defesa do Igapó foi criada no final do ano passado pela Câmara com o objetivo de apresentar ações e propostas para recompor o meio ambiente tão devastado por atitudes irresponsáveis que degradam a natureza.


