''O mais importante é que se avaliasse a estrutura natural onde estão construindo, principalmente casas, pela vida das pessoas que está envolvida. O governo e o poder público têm que zelar pela vida dos habitantes que moram em locais de risco, porque essa responsabilidade não deve ser encarada como só do morador. A gente percebe que essas pessoas moram ali por necessidade, cabe ao governo fazer uma melhor fiscalização para que tragédias não ocorram''
Thiago Azevedo, 5º ano de Direito da Faculdade Pitágoras


''O princípio básico para tentar resolver essas questões seria o Estado cumprir a própria lei. A Constituição garante o direito à saude, moradia, até mesmo preservação ao meio ambiente. Só o Estado cumprindo a sua função já resolveria os problemas, mas é de extrema importância que o Ministério Público defenda e garanta o cumprimento dos direitos coletivos, como o de saneamento básico, e a visão da dignidade da pessoa, que deve ser respeitada.''
Douglas Dartagnan Torres Amorim, 5º ano de Direito da Faculdade Pitágoras


''Eu acredito que falte um planejamento das gestões políticas, porque se tenta construir, realizar obras, mas não se avalia que a área pode ser de risco. No Rio de Janeiro, por exemplo, não avaliaram isso e o fato de que um dia a natureza pode se rebelar. É claro que a população deve se conscientizar dos riscos de degradar o ambiente em que vive.''
Rogéria Delicato, 5º ano de Direito da Faculdade Pitágoras


''O Poder Público tem sua parcela de culpa, porque falta rigor na fiscalização quanto a ocupar o espaço. No entanto existe também a responsabilidade dos ocupantes desses imóveis que conhecem o risco que estão correndo. Seria interessante uma campanha de conscientização com relação aos tratos ao meio ambiente e também o fortalecimento da fiscalização. Não adianta jogar a culpa no Estado, isso depende da participação de todos e o resultado demanda tempo.''
Julio Cezar da Silva, 5º ano de Direito da Faculdade Pitágoras

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