‘‘A lei busca melhor efetivação para a adoção, mas é preciso antes mudar a cabeça da população sobre o que é adoção. Hoje existe muito ‘jeitinho’ brasileiro para o assunto’’.
Caroline Castro - 7º período de Direito na PUC-PR


  ‘‘A lei é uma reafirmação do que já existia. Acho que não vai mudar muito porque há muita burocracia; será difícil, por exemplo, resolver o problema da criança em instituição por dois anos como manda a lei’’.
Juliana Oliveira - 7º período de Direito na PUC-PR


  ‘‘Não muda muito. E acho que ao fixar prazo máximo de dois anos para a permanência em instituições, a Justiça corre o risco de determinar a destituição do poder familiar antes do tempo, sem dar todas as chances de convivência familiar ao abrigado’’
Alessandra Mendes Rech - 7º período de Direito na PUC-PR


  ‘‘Acho que a nova lei vai conseguir melhorar os processos de adoção porque é mais criteriosa na escolha dos adotantes’’.
Barbara Cristina Balzer - 7º período de Direito na PUC-PR

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