‘‘Considero a demora no processo positiva, pois mesmo que se considere que os herdeiros terão a posse dos bens no futuro, a reversão dos efeitos de sucessão, caso a pessoa retorne para casa, é muito complicada, pois envolve terceiros. Além disso, a demora garante mais segurança jurídica ao processo.’’
Tatiane Shimumura, estudante do 7º período de Direito da PUC


‘‘Na minha opinião, a demora não é benéfica, principalmente nos casos em que a família precisa
dos bens com urgência. Mas acho que o prazo também não pode ser muito curto, para não inserjar fraude. Um meio termo entre os dez anos determinados pela Justiça seria suficiente para resolver a questão.’’
Isabella Faddul, estudante do 7º período de Direito da PUC


‘‘Acho que a demora prejudica a família já que o primeiro ato do cônjuge é entrar com uma ação declaratória de ausência e nomear um curador provisório, impossibilitando a utilização dos bens por dez anos. Isso prejudica a educação e saúde dos familiares, principalmente em famílias pobres, que precisam do dinheiro com urgência.’’
Bianca Cal Tavares, estudante do 7º período de Direito da PUC


‘‘Minha opinião está dividida: a família pode precisar dos bens para aplacar necessidades urgentes, mas por outro lado penso na segurança jurídica. Acho que o prazo deve diminuir para garantir os direitos da família, mas também acho que a lei deveria aumentar as garantias para facilitar a reversão da situação caso a pessoa reapareça.’’
Marcela Sayão, estudante do 7º período de Direito da PUC

mockup