''Deveria ter procuradores nomeados e concursados. O nomeado ficaria com a responsabilidade de coordenar os concursados. Já os concursados são os que possuem todo o histórico de um município. Ou seja, os de carreira dariam continuidade no serviço jurídico, e os nomeados poderiam até seguir uma ideologia política do administrador.''
Zeno Bettoni Bortolotti, 5º ano de Direito da Faculdade Pitógoras


''Seria interessante ter tanto o procurador por concurso, para dar continuidade aos processos mais antigos, como o procurador nomeado pelo Executivo, já que, muitas vezes, somente o Executivo não tem força suficiente para dar andamento nos projetos vinculados com a Procuradoria. Eu defendo a equidade entre os comissionados e de carreira, com distribuição igualitária.''
Marcos Correa da Rocha, 5º ano de Direito da Faculdade Pitógoras


''Eu acredito que o Estado tem de ter servidores concursados, seja qual for a carreira. Se o procurador for de carreira, ele não vai ficar vinculado ao gestor, e sim vinculado à lei, ao Estado. Caso o gestor não tenha uma interação com o funcionário, ele pode trocar, mas dentro daqueles que estão no quadro de funcionários.''
Andrea Oguido, 5º ano de Direito da Pitógoras.

''Para ser um servidor público, é requisito na Constituição Federal, o concurso público. Por isso, eu acredito no princípio da igualdade; se existe concurso para um, deve haver para todos. Um procurador vai defender os interesses da coletividade e, por isso, deve ser um profissional de carreira.''
Rosane Pirolli, 5º ano de Direito da Pitógoras.

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