Palavra de futuro advogado
''Nessas decisões, os critérios não podem ser baseados em clamor público ou sentimentalismo. As questões precisam ser avaliadas com clareza, para que não se suprima a importância do pai biológico. A criança que não conhece o pai pode sofrer prejuízos emocionais irreparáveis.''
Anthony Tannus Wright, aluno do 7º período de direito da PUC
''Antes da decisão, é preciso haver uma pesquisa bem feita de jurisprudência, para evitar transtornos. Quando a criança tem idade para se pronunciar, ela deve ser ouvida. Além disso, é importante avaliar se o padrasto tem condições de assumir a responsabilidade sobre o enteado.''
Gláucia Torres, aluna do 7º período de Direito da PUC
''Concordo, mas acho que deveria ter acompanhamento com asistente social e psicólogo para ver como é a relação afetiva entre padrasto e enteado. A relação afetiva é mais importante que a consanguínea, mas é preciso tomar cuidado para os processos não virarem ''fábricas de heranças''.
Alvino Moreira Netto, aluno do 7º período de Direito da PUC
''Concordo, mas na medida do possível, acredito que as decisões devam ser favoráveis à consaguineidade. Os casos contrários só devem ser acatados quando houver provas de que será melhor para a criança ficar com o padrasto.''
Kalahan Seleri, aluno do 7º período de Direito da PUC





