''Acho que a falta de consciência ou a eficiência deficitária dá brechas para que a fiscalização dos problemas do meio ambiente não seja cumprida. O poder público está bem aparelhado com órgãos ambientais competentes (polícia verde, Iap, por exemplo), que fazem um bom trabalho, mas falta uma atuação mais firme do governo em relação às leis ambientais, se comparadas com outras leis, como penal ou tributária. As leis ambientais ainda permitem que muitos infratores dêem o famoso ''jeitinho brasileiro'' e não sejam penalizados. O ideal é conscientizar as pessoas, afinal, quem cumpre a lei tem direito de cobrar depois''.

Juliana Barata Procópio - 5º ano de Direito da UEL



''Não considero a fiscalização eficiente. Determinados órgãos, inclusive a própria Secretaria do Meio Ambiente, não são efetivos na fiscalização, permitindo, por exemplo, a poda irregular de árvores em Londrina. De forma geral, os órgãos não conseguem cumprir a fiscalização, tornando contraditório o que aprendemos nos bancos das universidades. No caso dos órgãos estaduais, o principal impasse é construção da Usina no Rio Tibagi, que vai causar um impacto muito grande no meio ambiente, principalmente na água que abastece a região''.

Natália Jodas - 4º ano de Direito da UEL


''Acho que em alguns casos os órgãos ambientais ao invés de proteger acabam permitindo dano ao meio ambiente. Considero que o Estado carece de estrutura, mas acho que além disso, existem interesses políticos e financeiros que acabam sobressaindo quando o assunto envolve questões do meio ambiente. Acredito que hoje, a maior força pra proteger a natureza venha da sociedade civil''.

Rodolfo Xavier Ciciliato - 4º ano de Direito UEL

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