''Não tenho certeza até que ponto a prova ilícita pode ser tão prejudicial. Uma gravação telefônica, por exemplo, mesmo que ilícita, pode ajudar a busca pela justiça. Acho que não deveria ser totalmente proibido.''
Isabela de Arruda Campos, 20 anos, 3º ano de Direito



''Acho que a prova ilícita não deve ser utilizada. O juiz deve julgar com base nas provas lícitas apresentadas. E ter consciência de que o conteúdo das provas ilícitas não deve alterar o julgamento dele.''
Henrique Passareli Braus, 21 anos, 3º ano de Direito



''Depende muito. Mas acho que existem meios lícitos de se conseguir provas. O juiz deveria analisar quanto à importância da prova. Mas, sabendo do conteúdo da prova ilícita, isso pode influenciar na sua avaliação.''
Guilherme Franchi da Silva Santos, 19 anos, 2º ano de Direito



''A prova, ainda que ilícita, pode levar à solução de um caso grave, como um crime contra a vida, por exemplo. Por isso, não concordo com a ampla proibição. É preciso ter razoabilidade na busca pela justiça.''
José Paulo Gomes da Silva Filho, 23 anos, 5º ano de Direito

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