''Ela tem que ser simplificada. Principalmente quando se lida com pessoas mais carentes, para que entendam o que está se passando. A linguagem não é só para os profissionais da área, mas para o cliente. Mesmo dentro do processo, não tem que ser tão arcaica. O juiz prefere algo mais simples e inteligível.''
Alfonso Niboni, estudante de Direito 5º ano


''A linguagem precisa ser simplificada para ser acessível a todos. Às vezes os profissionais dizem em uma folha o que dava para falar em uma frase. Essa linguagem muito específica tem que encontrar limite na comunicação, senão dificulta o acesso à Justiça e ao fim social do Direito.''
Aline Teixeira Tomazela, estudante de Direito 5º ano


''Simplificar seria o começo de uma grande mudança, pois parece que a linguagem não evoluiu junto com a sociedade. Há expressões latinas, por exemplo, que nem a gente entende. Isso cria uma grande barreira; talvez por isso as pessoas não tenham interesse pelo Direito.''
Fernanda Baroncini Tavares de Moraes, estudante de Direito 5º ano


''É nítido que o legislador não faz as leis para todos entenderem. Gradualmente tem se usado uma linguagem mais objetiva nos processos, mas ainda existe muito rebuscamento, o que gera problemas. Se você não consegue que o Direito seja dito claramente, também não consegue que ele seja exercido.''
Flávia Helena Goes, estudante de Direito 5º ano

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